"Mas agora José tem de lidar com Pedro. E Pedro é diferente. Pedro fez José dizer que não pede desculpa! Pedro fez José dizer que está a cumprir o seu dever. Pedro colocou a nu o que pensa a entourage de José sobre o assunto. Pedro colocou outro tom na urgência nacional que agora vivemos. Pedro pede desculpa pelas acções do momento, José ignora o peso que o passado tem no presente. Pedro é responsável, José é arrogante Para Pedro a culpa é de se assumir, com José morre solteira. Pedro considera o Povo, José despreza as atitudes de Pedro. Isto foi o que o jfd escreveu num blog laranjinha. Adoptando o estilo, eu deixo a minha versão, mais reduzida:
Pedro vende-se por uma baixa nos salários dos deputados.
José aumenta os impostos.
Pedro assume que tem culpa ao pedir desculpas.
José ri-se.
Venha o Diabo e escolha.
O Governo aumenta os impostos e Pedro Passos Coelho pede desculpa por isso numa conferência de imprensa.
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"A mudança radical que ocorreu no PSD há uma semana tem passado despercebida. Pela primeira vez na sua história, o partido social-democrata elegeu um líder não católico que defende, por exemplo, a adopção por casais homossexuais - uma ideia que o governo Sócrates vetou por recear uma espécie de alarme social. Pedro Passos Coelho já tinha sido favorável à despenalização do aborto, admitiu a liberalização das drogas e atacou o Presidente da República por causa do veto à lei do divórcio de Sócrates. Também para Passos Coelho, a idealizada família tradicional não é um dogma - existem várias famílias."
Sim, é verdade. Nos últimos temos não temos dado atenção e não temos escrito regularmente. Infelizmente, outros compromissos assim o ditaram. Mas tais dias acabaram.