Estas fotos foram tiradas hoje na Barragem do Caldeirão (Guarda) e numa aldeia do Vale do Mondego.
As últimas informações colocam a Guarda em alerta laranja. A praia fluvial da Aldeia Viçosa, (com Bandeira Azul) estava inundada e já será a terceira vez que é reconstruída pelas entidades locais em 3 anos. Veremos como será solucionada a situação... Continue Reading
Para quem votou a favor, ainda acham que não as mulheres não vão recorrer ao aborto de ânimo livre?
No dia 12 de Outubro, escrevi um post onde comparo o Sporting e o PSD.
Hoje venho falar-vos de Gonçalo Amaral. Ontem esteve na Guarda, a apresentar o seu novo livro, e a lembrar-nos a todos da censura de que foi alvo. Infelizmente, não fui, por incompatibilidades de horário (Sporting espetou 3 ao Everton à mesma hora), mas os meus pais foram. E voltaram com o livro. O primeiro foi lido por mim e pelos meus pais numa semana de férias, e sempre achei que a tese estava bem construída, sobre argumentos sólidos, daí o interesse neste novo livro. Na apresentação, privaram com Gonçalo Amaral, que acharam triste, abatido e, sobretudo, revoltado. E não é para menos. Os seus livros foram apreendidos, os seus bens arrestados, as edições estrangeiras foram impedidas, os rendimentos penhorados. De facto, vive do salário da mulher. E tudo por causa de uma providência cautelar. Não de uma sentença do tribunal, mas de uma providência cautelar. Com a curiosidade, fui ler o livro. Li-o numas horas, e estou convencido que este é um caso de censura. Leia-se esta opinião de FJV.
É demasiado grave que um Eurodeputado diga o que este senhor, chamado de Nigel Farage, disse sobre o Presidente da UE e sobre o seu país.
Certo é que a eleição que o colocou no lugar em que está lhe confere legitimidade para ter voz no PE, no entanto, a aprovação do Tratado de Lisboa pelos 27 países da união confere maior legitimidade aos órgãos que este cria e aos titulares dos seus cargos.
Alguns críticos podem dizer que a aprovação do Tratado não foi feita por aqueles que detém a soberania, o povo, mas sim pelos senhores das Câmaras, os Parlamentos nacionais. A verdade é que em muitos países isso aconteceu, mas se verificarmos a raiz desses parlamentos vemos que a legitimidade lhe advém do povo, nacional, que é também o povo europeu.
Assim os povos delegam no Parlamento do seu Estado a legitimidade para decidir e ainda se poderá dizer que o Parlamento sub-delega essa legitimidade nos Governos para negociar. E a isto talvez se possa chamar o ciclo da democracia. O povo delega no Parlamento, o Parlamento delega no Governo e é exactamente por este motivo que eu reconheço a legitimidade do Tratado de Lisboa e, consequentemente, das instituições e órgãos que cria.
A segunda crítica reside na consideração da Bélgica como um "não-país". É grave e só demonstra ignorância da sua parte...
Por fim, gostaria só de perceber o porquê de considerar o reconhecimento público do Presidente da UE, Herman van Rompuy, tão importante? A fama é um critério de selecção?! É que se assim for contratem o Cristiano Ronaldo ou o Tintin (aquela personagem dos livros juvenis)... Perdão, o Tintin não pode ser, foi criado por um Belga, o Sr. Georges Rémi... Daquele...uh... não país sabe? Mas o Cristiano continua a estar disponível ;) Aproveite!
Depois de ver o post do Christian surgiram-me duas outras campanhas do Sporting que me ficaram na memória e que decidi partilhar também.
Não sei quem foi/é o responsável pelas campanhas mas faço a minha vénia ao Departamento de Marketing do meu clube. Força Sporting.
Será que podemos dizer: "Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és"? Rui Rio mantém a coerência em relação às últimas eleições internas. Ainda há gente com carácter na política?





