E porque há sempre dois lados.
Este é o lado mau do post anterior:
Um artigo do Wall Street Journal de Segunda-feira dia 21.
Reforma de saúde de Obama aprovada no Senado.
Outros presidentes já o tinham tentado, sempre sem sucesso. Porém, ainda não está terminado todo o processo, e esta reforma pode ainda ser apenas uma miragem.
Regra geral, os títulos são uma parte importantíssima de uma notícia. E veja-se esta: Um Nobel da Paz para Cristiano Ronaldo e Simão. E para ajudar, vou deixar aqui apenas o início da notícia.
"Já houve tempos em que ganhar o Nobel da Paz era mais difícil. Hoje, como se provou esta semana, é possível fazê-lo mesmo com uma carreira curta e poucas acções concretas. Assim fez ontem Cristiano Ronaldo, líder de uma equipa que prometeu mais do que tem realizado, mas que, na Luz, terá feito as pazes com o seu público."
Sim, gostei que Portugal ganhasse. Não, não achei bem atribuir-se o Nobel a Obama. Mas não acho que de deva dar um Nobel ao Poulsen, o dinamarquês que manteve vivas a esperança dos portugueses, como também não acho que se deva dar à minha avó, por ter uma feijoada tão boa que apaziguou o meu estômago. Haja limites e bom-senso!
Correio da Manhã: "Barack Obama: Guerra demorada
O presidente dos EUA avisou que a guerra contra os taliban no Afeganistão será demorada e difícil, mas insistiu que a vitória é fundamental para a segurança norte-almericana."
Eu sei que é verdade, Obama nunca falou em sair do Afeganistão. Mas o discurso à Bush impressiona... E porra, esperava-se um bocadinho mais aqui do Salvador!