Em primeiro lugar peço desculpa pela escolha editorial destes últimos tempos e peço desculpa por o outro lado do Atlântico nos estar a prender tanto a atenção.
É só uma adenda ao post do aniversário de Obama na presidência dos EUA, desta vez com números:
Estes factos podem ser consultados com mais detalhe aqui.
A reacção da Rússia não se fez esperar e a Marinha de Guerra já fez questão de informar que face a este facto vão enviar mais corvetas para o Mar Báltico com sistemas de mísseis de alta precisão e longo alcance.
Esta decisão vem assim desfavorecer as relações entre Varsóvia e Moscovo e entre os EUA e a Rússia. E Obama torna, a semelhança do que aconteceu com o reforço militar no Afeganistão, a militarizar ou "missilizar" uma zona sensível. Não serão já demasiadas incongruências com o prémio de Oslo? Ou será assim tão pesado o legado da Guerra fria?

It was a creed written into the founding documents that declared the destiny of a nation. Yes we can.
Aqui, uma página dedicada a revista do ano de Obama na White House.
E porque há sempre dois lados.
Este é o lado mau do post anterior:
Um artigo do Wall Street Journal de Segunda-feira dia 21.
Reforma de saúde de Obama aprovada no Senado.
Outros presidentes já o tinham tentado, sempre sem sucesso. Porém, ainda não está terminado todo o processo, e esta reforma pode ainda ser apenas uma miragem.
O aclamado Nobel da Paz, Presidente dos EUA anunciou ao mundo o envio de 30.000 mil soldados norte-americanos para o Afeganistão e pediu ainda à OTAN apoio nesta guerra, claro que este respondeu ainda que tenha ficado aquém...
O que impressiona é a política "Bushiana" que parece pairar por estes dias na White House. E tão depressa ouvimos o Tio Sam a falar da crise económica e dos dólares que vão sair dos cofres dos Tesouro Americano pela tão afamada e necessária política de saúde como o ouvimos dizer que vai enviar mais tropas para a guerra contra os taliban sabendo que isso lhes vai custar mais uns milhões de dólares, uns milhões de dólares que talvez fossem mais necessários a financiar o novo Plano de Saúde, digo eu.
Veremos no que se torna o Afeganistão. Veremos se não vai ser um novo Vietname..
* - Tão diferente tão diferente que olha, fica igual!
Continue ReadingRegra geral, os títulos são uma parte importantíssima de uma notícia. E veja-se esta: Um Nobel da Paz para Cristiano Ronaldo e Simão. E para ajudar, vou deixar aqui apenas o início da notícia.
"Já houve tempos em que ganhar o Nobel da Paz era mais difícil. Hoje, como se provou esta semana, é possível fazê-lo mesmo com uma carreira curta e poucas acções concretas. Assim fez ontem Cristiano Ronaldo, líder de uma equipa que prometeu mais do que tem realizado, mas que, na Luz, terá feito as pazes com o seu público."
Sim, gostei que Portugal ganhasse. Não, não achei bem atribuir-se o Nobel a Obama. Mas não acho que de deva dar um Nobel ao Poulsen, o dinamarquês que manteve vivas a esperança dos portugueses, como também não acho que se deva dar à minha avó, por ter uma feijoada tão boa que apaziguou o meu estômago. Haja limites e bom-senso!
Correio da Manhã: "Barack Obama: Guerra demorada
O presidente dos EUA avisou que a guerra contra os taliban no Afeganistão será demorada e difícil, mas insistiu que a vitória é fundamental para a segurança norte-almericana."
Eu sei que é verdade, Obama nunca falou em sair do Afeganistão. Mas o discurso à Bush impressiona... E porra, esperava-se um bocadinho mais aqui do Salvador!